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e) irmandades, cortes, festas e manifestações afro-católicas

Artigo publicado antes de 2003 e revisado em 24.01.2019.

FESTA DO REINADO DE NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO

O Professor Waldemar de Almeida Barbosa, apesar de saber muito bem qual é a verdadeira história das Confrarias do Rosário, rendeu-se às falsas lendas e registrou que:

As festas do Congado, chamadas em Ouro Preto de Reinado ou Reisado do Rosário, tiveram início na antiga capital de Minas[1].

Existe em Ouro Preto, outra Igreja dedicada à Nossa Senhora do Rosário, situada no alto da Cruz; esta é que se acha ligada à lenda da origem das festas do Congado, a lenda do Chico-Rei. De acordo com essa lenda, o escravo que, no batismo recebeu o nome de Francisco e, depois veio a ser apelidado Chico-Rei (…)[2].

Depois, admite: Sinceramente, não possuímos elementos para distinguir o que é história do que é apenas lenda, mas a verdade é que, nos primórdios do século XVIII, surgiram a Irmandade de Nossa Senhora do Rosário e as festas do Congado, com rei, rainha, príncipes, princesas, juízes, juízasAdmite, no entanto que, Antonil – que não esteve pessoalmente em Minas Gerais e sim nos engenhos nordestinos – em sua obra escrita entre 1709 e 1710, já descrevia a existência da Irmandade do Rosário e das festas[3].

Só o detalhe de Waldemar chamar a festa do Reinado de Congado, já deixa evidente a sua filiação às ideias manipuladoras, inclusive da própria Igreja católica, que, em Minas Gerais, sempre quiseram destruir ou confundir a verdadeira Festa de Nossa Senhora do Rosário, chamada o Reinado do Rosário. Outra confusão de Waldemar é confundir Reinado do Rosário com o Reisado, a Folia de Santos Reis, que só apareceu nas Minas Gerais ao final do Século XIX, começo do Século XX.

Além do mais, lenda significa tradição popular; narração escrita ou oral, de caráter maravilhoso, na qual os fatos históricos são deformados pela imaginação popular ou pela imaginação poética; legenda; mentira.

A questão sobre Chico-Rei é a seguinte:  como pode, uma lenda não ter origem popular; ser totalmente originada da pena inventiva do escritor Diogo de Vasconcelos?[4]

Agripa de Vasconcelos, em um romance que tenta se passar por romance-histórico, mas que é mera ficção, deu ficta substância ao arcabouço de Diogo, imortalizando a falsa Lenda de Chico-Rei[5].

Muitos pretos, apesar de escravos ou gentalha, tinham mesmo aquele carisma que Deus, de forma democrática, distribui a todos os homens, não importando sua classe social ou a sua etnia. Levando em conta que os reis e estados nas festas do Rosário são eleitos por voto direto dos confrades, é óbvio que deviam ser gente de muito respeito e queridos em suas sociedades. Todas as capitanias tiveram os seus pretos carismáticos. A coroação de seus líderes era coisa natural entre os negros de quase todas as nações. Mello Morais Filho, em Festas e Tradições Populares do Brasil cita A Coroação de um Rei Negro em 1748 no Rio de Janeiro[6].

A criação de Diogo de Vasconcelos e, hoje, a mistificação da figura de Chico-Rei por Agripa de Vasconcelos – diga-se de passagem, um verdadeiro samba-histórico do médico doido –  salvo melhor juízo, têm, no caso mineiro, interesse e utilidade certos: inculcar a falsa ideia de que o negro é mesmo um ser submisso e de que só pode ser vencedor se obedecer a regra do jogo imposta pelos brancos.

Ora, tendo existido em Minas Gerais um rei negro de verdade, chamado Rei Ambrósio, que reinou de verdade por mais de 30 anos em uma confederação de quilombos, por que escondê-lo como o fez a nossa historiografia e criar um rei-lenda, um rei-de-mentira, como é o caso de Chico-Rei?

Chega a ser ridícula, também, a associação dessa falsa lenda ao surgimento da Festa do Rosário em Minas Gerais, já em pleno século XVIII.

O malungo R. Joviano[7] encontrou estatutos e composição da mesa da confraria paulistana, comprovando documentalmente que a irmandade e suas festas já eram uma realidade em 1711, portanto, contemporânea e igualzinha às irmandades de Vila Rica. O ermitão de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos de São Paulo, inclusive, andou pela capitania de São Paulo e pela de Minas tirando esmolas para a irmandade, chegando a juntar dez mil cruzados[8].

Quanto à existência do culto, remontou-a, documentalmente, aos primórdios da civilização brasileira:

(…) mando que se dê à confraria de Nossa Senhora do Rosário lhe darão de minha fazenda 1 cruzado e os mordomos mandarão dizer uma missa rezada que com esta condição lho deixo o dito cruzado. Agosto de mil quinhentos e noventa anos. GARCIA LEMEGrifos, nossos.

Declaro que mando que me rezem cinco missas a Nossa Senhora do Rosário. PAULO FERNANDES – 1614.

Deixo mais uma rês a Nossa Senhora do Rosário. BARTOLOMEU RODRIGUES – 1603.

Digo eu Manoel Gonçalves mordomo da Confraria de Nossa Senhora do Rosário que recebi de Pedro Leme trezentos e vinte réis que sua mulher deixou à dita confraria por verdade o assino aqui hoje 4 de junho da era de noventa e quatro – MANOEL GONÇALVES[9].

Lembremo-nos de que muito antes de descobrirem o Brasil, já haviam os portugueses aportado em África e que lá também os seus missionários catequizaram os povos africanos, mormente os bantos. Por exemplo, segundo Castro Carvalho, os portugueses aportaram em Angola no ano de 1483 e, por volta de 1500, desembarcaram os primeiros missionários começando o trabalho de evangelização[10]. O mesmo se deu em muitos outros países africanos. Se o culto do Rosário já era antigo em Portugal e se deu tão certo com os negros, evidente que esta experiência deve ter-se iniciado na própria África e não em Minas Gerais, um território descoberto e  colonizado por paulistas e portugueses.

Falando da religião na Ilha de São Tomé, Cunha Matos, em 1836, informa que “A Igreja de Nossa Sª do Rosário dos Homens Pretos é de alvenaria, mediana grandeza e foi construída no princípio do século XVII. Tem vários privilégios reais; e uma grande irmandade confirmada pelo Papa Clemente XI, (…). “As Festas do Rosário e do Sacramento são mui estrondosas (…)[11]. Dá notícia de que na Ilha do Príncipe, a Igreja de “Nossa Senhora do Rosário é grande, decente, e com três altares bem ornados; tem uma boa confraria[12].

Também no Distrito de Luanda, em Angola, havia capela de Nossa Senhora dos Remédios, Capela de Nossa Senhora do Rosário e capela de Santa Efigênia e Nossa Senhora da Misericórdia[13]. Registra que em Moçambique havia uma Igreja grande dedicada a Nossa Senhora dos Remédios[14].

A verdade, portanto, está mesmo com R. Joviano: As devoções a São Benedito, a Nossa Senhora do Rosário já vieram prontas do Congo Africano, por obra dos missionários europeus, principalmente portugueses. Proliferaram no Brasil, pois as irmandades e confrarias dos negros, as festas de coroação dos reis etc. É que, assim ninguém os perseguia. Também não desconfiavam que sob a proteção de Nossa Senhora do Rosário estava a devoção a Iemanjá e tutelado por São Benedito executava-se todo o mágico preceito dos cultos aos Deuses-Orixás[15]. Quanto a esta última parte, achamo-la cabível somente no que concerne aos negros sudaneses de Salvador-BA, final do Século XIX.

Os compromissos (estatutos) das confrarias de Pretos do Rosário, pode-se dizer, no Brasil  todo, datam do início do século XVIII e são todos iguais, parecendo cópias uns dos outros. Assim  o são os de São Paulo, do Rio de Janeiro, de Goiás e, mesmo em Minas Gerais, os do Tijuco e os da Vila do Príncipe. Fica evidente que, nessa época, constatando a identificação dos negros com esse culto, a Igreja homogeneizou as suas cerimônias e o regulamentou por escrito, criando e prestigiando as confrarias que, sem dúvida, funcionavam como mais um mecanismo de controle ideológico sobre os escravos. Depois, essas confrarias foram se multiplicando – também dentro de uma política de interesse do controle social – subdividindo-se em irmandades de brancos, de pardos, de pretos e de crioulos, bem como, pelo orago principal, tais como das Mercês, São Benedito, Santo Elesbão, Santa Ifigênia e outros santos da devoção dos africanos bantos. Porém, todas elas, sem exceção, surgiram de dissidências das confrarias do Rosário; todas elas continuaram com suas festas, danças, eleição de suas mesas e coroação de seus reis.

Rugendas (Brasil 1822/1825)- Reinado, Ouro Preto-MG

Essas confrarias, em todo Brasil[16], se tornaram muito poderosas econômica e socialmente e, efetivamente, muito fizeram pelos seus malungos. Numa capitania onde a grande miscigenação foi seu traço principal, evidente que o culto se tornaria de todo o povo, inclusive dos brancos, principalmente porque, dificilmente um “branco mineiro deixa de  contar na sua ascendência genealógica com algum sangue negro, resquício, no mínimo, das incontáveis Sabinas negras, progenitoras primeiras da etnia mineira.

Por que, então, tais confrarias, a partir do final do século XIX, teriam perdido toda a força e poder de congregar pessoas em todo o Brasil, permanecendo vivas e atuantes quase que somente em estados mediterrâneos, mas, principalmente, em Minas Gerais?

A primeira resposta a esta pergunta está, sem dúvida, na real e verdadeira etnia mineira, muito mais miscigenada com o negro do que com o índio, miscigenação antiga, onde a raça e cultura bantu realmente se incorporaram, se fundiram com as culturas paulista e lusitana do século XVIII.

A segunda resposta está no fato de que, enquanto o Sul (mormente São Paulo) e o litoral brasileiros receberam uma nova e imensa leva de novos negros e de novos brancos no século XIX, o movimento branqueador dos paulistas acelerado a partir de 1875 até meados do século XX, não surtiu muito efeito em Minas, exceto no chamado Sul de Minas, não sofrendo, portanto, as Minas Gerais, a enorme influência da cultura europeia do século XIX advinda desse movimento branqueador[17].

A terceira e última  resposta vamos encontrá-la na política da própria Igreja que sempre atuou auxiliando o governo (de que fazia parte) no controle da ideologia brasileira, o que, aliás, era sua função político-institucional.

Até meados do século XIX, a quase totalidade das vilas brasileiras, pode-se dizer que todas elas, tinham a sua igreja do Rosário ou, no mínimo, a sua irmandade de pretos e pardos[18]. Isto é verdade dobrada e incontestável em relação a Minas Gerais.

O nome de Nossa Senhora do Rosário, no entanto, não ficou como topônimo para muitas vilas e cidades, mas muitos povoados, quando de sua ereção em vila, tiveram o seu nome trocado pelos homens bons que chegaram depois. Porém, no que tange a acidentes geográficos (rios, corgos, morros etc. do Rosário) e, principalmente, como nome de  logradouros públicos, o Brasil todo está cheio de antigas ruas, praças, largos etc. do Rosário. Isto, sem se falar dos que, no final do século XIX e começo do XX foram mudados, a exemplo de São Paulo, onde o Largo do Rosário passou a chamar-se Praça Antônio Prado e, a rua do Rosário, XV de Novembro.

O que teria acontecido ?

A Igreja – e isto se comprova sobejamente nas instruções aos párocos registradas nos livros de tombo paroquiais do final do século XIX[19] – foi, aos poucos, introduzindo modificações no culto e nas cerimônias:

a) multiplicando as confrarias e, às vezes, até falsificando suas origens históricas;

b) mudando os oragos das igrejas e capelas para, por exemplo “Nossa Senhora do Rosário de Fátima”; “Nossa Senhora do Rosário e São Gonçalo” etc.;

c) fundindo cultos e criando novas festas e devoções, parecidas com as manifestações da Festa do Rosário, a exemplo da Festa dos Reis Magos, Festa do Divino, Folia dos Santos Reis; estas festas não existiam no século XVIII e surgiram somente no final do século XIX;

d) proibindo mesmo e ameaçando aqueles que insistissem na “selvageria” e nos “pecados que se cometem” nas festas de Congada (mudaram o nome: já não era mais Festa de Nossa Senhora do Rosário e sim Congada);

e) demolindo igrejas e capelas de Nossa Senhora do Rosário em todo o Brasil.

Confira esse último dado e ficará estupefacto com a simultaneidade das demolições em todos os Estados Brasileiros.

As Irmandades do Rosário haviam se tornado muito ricas e politicamente poderosas. Lutaram de todas as formas que puderam para conseguir a Abolição da Escravatura. Veio a certeza de que a Abolição estava próxima. Essas irmandades, ainda muito ricas e poderosas, ficariam, assim, sem ter o mais ferrenho de seus objetivos: remir os cativos. Com todo esse poder, quem não tem mais objetivo arruma um – quem sabe uma revolta contra os brancos? – temeram os donos do poder. Assim, resolveram acabar com as Irmandades do Rosário e seu Reinado, que também seria transmudado em Congada e Folia de Santos Reis. Por tudo isso, incluo as Irmandades de Nossa Senhora do Rosário entre os cultos de matriz africana.

As irmandades do Rosário de Minas Gerais sofreram todos esses ataques da Igreja, porém, mormente no Centro-Oeste, resistiram a tudo e continuam com sua força e com suas festas intocadas e puras, verdadeiro tesouro de cultura e tradição do povo mineiro.

Os mineiros abraçaram também as festas do Divino, Santos Reis e a Congada Cívica de 13 de maio, mas, além de darem a elas uma forma de Reinado, jamais deixaram que substituíssem a do Rosário, sua principal devoção e tradição.

Sobre Chico-Rei, só mesmo os escritores, os intelectuais[20] e a imprensa  mineira[21] insistem na divulgação. Nunca vi (até o ano de 2003) qualquer verso antigo sobre o mesmo; nunca vi qualquer dançador dizer qualquer coisa do citado Rei-Trabalhador-Submisso; muitos sequer ouviram falar – por seus pais e avós – do tal Rei que as elites-genéticas mineiras quiseram lhes enfiar goela-abaixo. Quanto a Ambrósio, segundo pessoas vividas da região de Cristais-MG e de Ibiá-MG, era sempre referido por seus pais e avós como o Pai Ambrósio, pela sua bondade e liderança.

O culto ao rosário foi instituído por São Domingos no ano de 1216, em Tolosa, França, ano da fundação da Ordem dos Dominicanos[22]. O Prof. Waldemar de Almeida Barbosa diz que o culto foi introduzido no Brasil pelos capuchinhos[23]. Como se viu, no entanto, no século XVI já existia essa devoção aqui no Brasil e nas possessões lusas da África; os estatutos das confrarias, no Brasil todo, são praticamente iguais e datam do início do século XVIII[24].

Muitos viajantes do século XIX atestam que os mineiros andavam sempre com um rosário no pescoço. Jean Baptiste Debret em seu quadro intitulado Pauvres Tropeiros de Minas, mostra três tropeiros mineiros com sua inconfundível indumentária, trazendo ao pescoço um terço do rosário com cruz de madeira e bentinhos[25].

Ayres da Mata Machado Filho[26], entre os vissungos colhidos em São João da Chapada, mostra que os negros, inclusive, sabiam rezar em sua língua; no caso o padre-nosso:

Otê! Pade-Nosso cum Ave Maria,

securo camera qui t’Angananzambê, aiô…
Aiô!… T’Angananzambê, aiô! …
Aiô!… T’Angananzambê, aiô! …
É calunga qui tom’ossemá,
é calunga que tom’Azambi, aiô! …
Ai! Ai! Ai!
Pade-Nosso cum Ave-Maria,
qui tá Angananzambê-opungo,
Ei! Curietê!
Ai! Ai! Ai!
Pade-Nosso cum Ave-Maria
qui tá Angananzambê-opungo.
Ei! dunduriê ê.
etc.[27].

O termo Angananzambê (Senhor Deus) é uma das muitas variações de N’zambi ou Azambi[28], portanto, não se trata de nenhum sincretismo religioso, pois que se trata do próprio Deus, o Javé dos bantus.

As confrarias do Rosário nas Minas Gerais do Século XVIII tiveram um papel social relevantíssimo, em que pese o enorme contingente negro e miscigenado de sua população e, a exemplo das confrarias de São Paulo, entre outros, tinham os seguintes objetivos: estímulo maior à solidariedade; fortalecimento do sentimento religioso pela devoção em conjunto; possibilidade de desenvolvimento do culto aos mortos; incremento do desejo de ser alforriado, pela adoção dos princípios de liberdade e a compra cooperativista da respectiva carta; o ensejo das festas coletivas, sem a incômoda fiscalização do ‘sinhô[29]. Diria ainda que as cerimônias e festas davam azo à manutenção das tradições culturais africanas e oportunidade de dar vazão ao espírito criador e artístico de que, por natureza, são dotados os negros, mormente para as artes plásticas, dança e música.

Não resta dúvida, também, de que dentro dessas irmandades funcionavam as chamadas maçonarias de pretos, conectadas com o mundo subterrâneo dos escravos fugidos, Quilombolas e garimpeiros, a quem, sempre que possível, davam cobertura, ajuda e proteção.

Sobre a questão dos direitos dessas entidades sui generis, inclusive em nível do direito canônico, muito há que ser estudado sobre essas resistentes irmandades ainda hoje de fortíssimo apelo popular. É de se recomendar que cada corte – tanto de brancos como de pretos – se organize em associação ou sociedade e que, numa mesma cidade ou região, essas associações se filiem às irmandades que, por sua vez, podem se organizar melhor a nível estadual e, depois, federal. As irmandades do rosário são uma das maiores forças, inclusive turístico-econômicas, das tradições simbióticas advindas da cultura negra brasileira, em especial nas culturas mineira e a goiana.

[1] Negros e Quilombos em Minas Gerais, pg. 155.

[2] Negros e Quilombos em Minas Gerais, pg. 156.

[3] Negros e Quilombos em Minas Gerais, pgs.157/158.

[4] Através da nota de rodapé  nº 19, “jogada” em seu História Antiga de Minas Gerais, Itatiaia, 1974, 2º Volume, pgs. 162/163. A primeira Edição deste livro – que “lançou a lenda” – ocorreu em 1904.

[5] Livro “Chico Rei”, Editora Itatiaia, BH-1966, 250 páginas.

[6] Pgs. 225 a 228 desse livro.

[7] Em seu livro, Rosário dos Homens Pretos de São Paulo.

[8] Rosário dos Homens Pretos de São Paulo, pgs. 33 a 43.

[9] Rosário dos Homens Pretos de São Paulo, pg. 29/30.

[10] África Contemporânea, Castro Carvalho, SP, 1962, pg. 62.

[11] Compêndio Histórico das Possessões de Portugal na África”, pg. 152.

[12] Compêndio Histórico das Possessões de Portugal na África”, pg. 165.

[13] Compêndio Histórico das Possessões de Portugal na África”, pg. 315 e 346.

[14] Compêndio Histórico das Possessões de Portugal na África”, pg. 358.

[15] Rosário dos Homens Pretos de São Paulo, pg. 31.

[16] Onda  Negra, Medo Branco, pg. 19.

[17] Vide “Onda Negra, Medo Branco”, de Célia Maria Marinho de Azevedo, 268 páginas, Paz e Terra, 1987.

[18] Em 1837, em suas 33 vilas e cidades principais, São Paulo tinha 35 irmandades de Nossa Senhora do Rosário, cada qual com capela ou igreja própria – in Ensaio D’Um Quadro Histórico da Província de São Paulo, pgs.253/255.

[19] Tive em mãos os de várias paróquias de São Paulo (Arquivo da Cúria Metropolitana), relativos ao período de 1870/1900.

[20] O  sócio Efetivo da Cadeira 29 do IHG-MG, Rogério de Alvarenga, a partir de meras fontes bibliográficas, publicou na Revista do Instituto Histórico Geográfico de Minas Gerais, em sua Edição Especial de 22 de abril de 2000, Volume nº XXIII, pgs. 184/192, o artigo “Um Escravo Rei”. (!!!).

[21] A revista “Isto É”, recentemente, publicou matéria, intitulada “Herdeiros de Chico Rei”,  que é um verdadeiro estelionato cultural. Desafiada mostrar suas fontes, nunca ousou sequer responder as cartas e os e-mail que lhe mandou o autor deste livro.

[22] Rosário dos Homens Pretos de São Paulo, Rui Joviano, 1ª Edição, pgs. 19/26.

[23] Negros e Quilombos em Minas Gerais, pg. 164/165.

[24] História de Bom Despacho, pg. 83.

[25] Viagem Pitoresca e Histórica ao Brasil, pg. 49.

[26] Patrono da cadeira nº 35 do Instituto Histórico e Geográfico de Minas Gerais – IHGMG, hoje ocupada por Maria Nelly L. Jardim.

[27] O Negro e o Garimpo em Minas Gerais, pgs. 73/74.

[28] O Negro e o Garimpo em Minas Gerais, pgs. 121/126.

[29] Rosário dos Homens Pretos de São Paulo, pg. 32.

2003 © Todos os direitos reservados a Tarcísio José Martins

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